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Prevrefrat CREB: informação em todo o país e em eventos internacionais

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Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “Uma fratura que oc...

Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, afirma o ortopedista Bernardo Stolnicki, responsável pelo Departamento de Doenças Osteometabólicas do CREB e coordenador do Prevrefrat CREB.

A melhor forma de evitar a refratura é a prevenção

O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Uma das formas de se evitar a refratura é trabalhando a prevenção, com um trabalho muito forte de disseminação da informação. E O Prevrefrat CREB não faz isso apenas no Rio de Janeiro. O coordenador do programa, Dr. Bernardo, tem feito palestras por todo o país sobre prevenção da refratura. Trata-se de um trabalho de grande valor para os acometidos pela osteoporose e seus familiares, já que uma nova fratura traz risco de morte e impacta diretamente na rotina de toda a família do paciente.

Já foram realizadas palestras nas seguintes cidades (várias delas mais de uma vez):

Campinas, Indaiatuba, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Sorocaba, Santo André, Santos, São José do Rio Preto, São Paulo, Curitiba, Londrina, Maringá, Porto Alegre, Passo Fundo, Florianópolis, Blumenau, Joinville, Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), Vitória, Belo Horizonte, Goiânia, Anápolis, Brasília, Salvador, Recife, João Pessoa, Fortaleza e Belém.

E dos seguintes eventos:
• Participações e Conferencias em Congressos Nacionais de 2008 a 2017
Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia
BRADOO – Congresso Brasileiro de Densitometria, Osteoporose e Osteometabolismo
CBOOM – Congresso Brasileiro de Ortopédico de Osteometabolismo

• Participações em Congressos Internacionais de 2008 a 2017
IOF WCO – Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite
ASBMR – American Society of Bone and Mineral Research
FFN – Fragility Fracture Network

• Apresentações em Congressos Internacionais
IOF WCO – Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite – 2013,2015,2016,2017
FFN – Fragility Fracture Network – 2014

• Publicações em Revistas de Alto Impacto em Medicina
Revista Brasileira de Ortopedia – março de 2016
Osteoporosis International – fevereiro de 2013
Journal of Bone and Mineral Research – outubro de 2012


Congresso Americano de Reumatologia apresenta novos medicamentos e tratamentos

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Congresso Americano de Reumatologia apresenta novos medicamentos e tratamentos

Realizado de 8 a 13 de novembro, em Atlanta, nos Estados Unidos, o Congresso Americano de Reumatologia (ACR- American College of Rheumatology) reuniu especialistas de todo os cinco continentes e apresentou inovações, novos tratamentos métodos diagnósticos e medicamentos na área de reumatologia.

“Uma grande novidade apresentada nesse congresso foi um novo tratamento para artrose moderada a severa de joelho. Um novo fármaco, estudo ainda em fase 3, atua inibindo a vias de osteoproliferação (via wnt), resultando em alívio da dor, redução da inflamação e regeneração da cartilagem. Caso aprovado, o novo fármaco promete ser uma grande opção de tratamento para artrose de joelho”, informa o reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Dr. Haim Maleh, que esteve presente ao evento.

Segundo ele, outro ponto de destaque foi o lançamento cada vez mais de drogas biológicas e moléculas cada vez mais guiadas para inibição de interleucinas específicas na artrite reumatoide , artrite da psoríase, lúpus e vasculites. “Também tivemos o lançamento de novas drogas para o tratamento da Gota e da Osteoporose. Essas drogas futuramente devem estar disponíveis no Brasil”, acrescenta o Dr. Haim, que destaca, ainda, a atualização de novos consensos de tratamento, principalmente das vasculites, doenças autoimunes que levam a inflamação dos vasos, com manifestações na pele, rins e pulmões. “Esses novos consensos guiam o reumatologista no esquema de tratamento dessas doenças, que são graves e complexas”, explica ele. O médico do CREB disse que o evento permitiu uma riquíssima troca de experiências, além da oportunidade de aprimoramento profissional, e que replicará aos colegas da clínica todo conhecimento adquirido.


Mulheres que amamentam têm menor risco de desenvolver artrite reumatóide

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A amamentação tem benefícios que vão além da saúde do bebê e da relação entre mãe e filhos. Uma pesquisa americana, realizada com 7.300 mulheres chinesas com idade em torno de 50 anos, revelou uma redução de risco de 50% de desenvolvimento de artrite reumatoide entre aquelas que amamentaram seus filhos. A pesquisa mostrou, também, que quanto maior o tempo da amamentação, menor é o risco de desenvolvimento da doença.

Segundo o professor de reumatologia da UFRJ e fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh, a doença exige tratamento contínuo e um dos problemas encontrados é a demora para diagnosticá-la. “A artrite reumatóide é uma doença de longa evolução. Há tratamentos, que estão cada vez mais avançados, sendo possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. O tratamento traz alívio da dor, bem estar e principalmente pode evitar e prevenir alterações articulares, quando iniciado precocemente”, afirma.

– Ao contrário do que muita gente pensa, a atrite reumatóide não é uma doença que acomete apenas pessoas da terceira idade. Mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos são as principais vítimas da doença. Muitas pessoas acreditam que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que é um engano. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente e logo que surge, aos primeiros sinais, como dor nas juntas, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista – finaliza o Dr. Haim, pontuando que o tratamento deverá sempre, além de medicamentos, contar com a reabilitação física, entre as quais eletroterapia, cinesioterapia, acupuntura e hidroterapia, realizada em piscinas apropriadas, como nas que são utilizadas no CREB.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619